quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Análise: Ninja Gaiden










O inicio de um legado!





Antes de dilacerar inimigos na atual geração, o velho Ryu já tinha uma fama de brigão na década de 80. Talvez os gamers mais jovens desconheçam, mas a série Ninja Gaiden começou como exclusividade da Nintendo, ainda no velho Nes.  Junto com Castlevania III: Drácula´s Curse e Super Mário Bros 3, Ninja Gaiden é visto por muitos como um dos melhores games lançados para Nintendo. Até agora, foi um dos games que mais gostei de ter terminado devido ao seu desafio extremo.

Enredo.

O ninja que dá nome ao game, Ryu Hayabusa, tem o seu pai, Ken Hayabusa, assassinado durante um duelo. No quarto de seu pai o ninja encontra uma carta deixada por ele que diz para Ryu ir para os Estados Unidos procurar um homem chamado Water Smith. Já nos Estados Unidos, Ryu descobre sobre duas antigas estatuas que, quando unidas, podem despertar um poderoso demônio. Um homem chamado Jaquio pretende despertar esse demônio e depende de Ryu impedir que esse poder maligno seja despertado.

Freneticamente emocionante!


Ninja Gaiden é um game totalmente frenético, com ação rápida e precisa. A mecânica de jogo é bem simples: atravessar uma fase repleta de obstáculos, abismos e inimigos chatos.
A principal arma de Ryu é sua espada, mas também há  shurikens, tornados de fogo e uma espada que faz com que Ryu dê um golpe giratório a usa num salto. Essas armas secundarias consomem uma barra de munição quando usadas. Além do uso de suas armas, Ryu também tem a útil habilidade de agarrar paredes. Essa habilidade é constantemente usada no jogo.

A ação rápida do game é facilitada pelos controles ágeis e de respostas precisas. Para usar as armas secundárias basta segurar o direcional pra cima e apertar o botão de ataque. Ryu ainda conta com a habilidade de se prender em paredes e em alguns casos, escalá-las: Uma habilidade muito útil para siavar a vida do herói em diversas situações.


A dificuldade é absurda. Depois de Ninja Gaiden eu nunca mais falei que The Revenger Of Shinobi era um jogo de ninja difícil. Há muitos abismos para pular e muitos inimigos atacando. Falando em inimigos, nunca volte no seu caminho, pois é incrível a rapidez com que monstros derrotados voltam. A partir da terceira fase começam a surgir pássaros, que sempre querem aparecer na hora que o ninja está quase alcançando aquela plataforma aparentemente inalcançável, fazendo-o cair num maldito de um abismo. Agora imagina quando aparecem pássaros, cachorros correndo, soldados atirando, tudo ao mesmo tempo... Um verdadeiro pandemonium. Os chefes começam fáceis, mas ficam mais difíceis a cada fase. Melhor eu parar por aqui, caso contrário você vai desistir da ideia de jogar Ninja Gaiden.
  
Parte Técnica.

Os gráficos do game são muito bons. Hoje podem parecer simples, mas avalie tais gráficos em um game de 1988. Pois é, são muito bem construídos para um game de 8 bits. Os cenários são muito bonitos e agradáveis. O velho Ryu passará por uma cidade, prisões, montanhas e outros ambientes muito bem elaborados. Quero destacar aqui a fase 4, a primeira parte acontece na floresta amazônica (Legal, o jogo foi ambientado aqui perto de casa He He He. Ta! Essa foi podre, pode fechar o blog agora) enfim, o cenário ficou muito bonito devido à riqueza de detalhes das florestas e até mesmo do rio.


Os desenhos dos personagens estão de excelente bom gostos. Ryu sempre corre com a mão segurando sua espada (Sem maldade, hein!). Os inimigos apresentam bons desenhos, mas uma animação muito manjada de ficar se movendo de um lado para o outro, algo que na época também era bem normal, claro! Uma característica legal da trilogia NG é que a história do jogo é contada através de cenas animadas que trazem desenhos perfeitos. Pode parecer exagero, mas acho os gráficos de Ninja Gaiden são extremamente bem feitos para um game da era 8 bits.

Os sons são simples, porém conseguem ser agradáveis. Mas o que notamos é que os efeitos sonoros em geral são os mesmos usados em outros games da era 8 bits.
As músicas… Bom, como eu posso dizer… É uma beleza pura. Todas bem rápidas e empolgantes, a música da primeira fase fica na sua cabeça de modo que você fica cantarolando depois. Aumente o volume e curta à trilha de Ninja Gaiden.

Um belo começo pra uma bela trilogia

Ninja Gaiden foi um grande sucesso. Mas foi somente com o segundo jogo da série que ele se tornou popular no Brasil. A dificuldade altíssima afastou muitos jogadores e até hoje ainda faz muitos terem “pesadelos” horríveis.


Acredito que Ninja Gaiden é provavelmente o melhor game do estilo ninja feito em sua geração, pois é um título muito divertido e extremamente desafiador. Se você se acha um gamer suficientemente bom, encare Ninja Gaiden. Mas ó, se você for daqueles que só detona um game salvando em slot, então sinta-se um pato.



Nota Final





Análise escrita por: Lipe Vasconcelos.









3 comentários:

  1. Fácil....Extremamente Fácil, pra você... só que não. Ô jogo dificil do caramba. Mas o ódio que eu tenho dele, é a capacidade de ele pular pra trás toda vez que leva um golpe, caindo no lugar mais errado possível .-.

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  2. muito dificil esse jogo as geraçoes anteriores tem isso muito bom esse jogo e show passei minha infancia toda jogando ele geraçao dos 8 bits eternamente em nossos coraçoes show.......

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  3. Detonei a versão do Master (como se pode ver no meu Blog) e digo com certeza que é o mais difícil do console, junto com Shadow Dancer, que é outro ninja também. Não joguei da geração ainda, mas desde o primeiro XBox, os gamers reclamam/adoram a dificuldade extrema, mas não deixa de ser clássico!
    Abraço!

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