terça-feira, 28 de abril de 2015

Artigo: TOP 10 - Minhas franquias favoritas.



As dez franquias mais inesquecíveis dos games... Para mim!!!




Todo game chega ao mercado com a intenção de causar, alguns até um tanto descompromissados. Mas quando vem o sucesso, inevitavelmente, aquele jogo ganha uma continuação, e mais outra e assim por diante, até virar aquilo que chamamos de franquia (ou série). Desde que os games ganharam os mercados, novas franquias surgem em todas as gerações possíveis e em todas as categorias, sempre adquirindo um grande e fiel público.

Quem aqui não é fã daquela determinada série a ponto de acompanhá-la o mais de perto possível? Eu sou grande fã de várias delas. Então, hoje trago para vocês a minha lista das dez franquias mais divertidas e inesquecíveis dos games. Lembrando que essa lista apenas reflete o meu gosto pessoal. Por isso, se seu game favorito não apareceu nesta lista é porque, provavelmente, eu nunca o joguei ou não sou fã daquela franquia a ponto de achá-la relevante.

10. God of War.



Abrindo nossa lista temos God of War (o “bom” da guerra). Não é exagero falar que Kratos se tornou a atual mascote da Sony, dada a popularidade que conquistou com o primeiro game da série, em 2005. God of War não é um jogo original, isso todos sabem. Mas o seu trunfo foi o de unir elementos cerebrais ao Hack in Slash, gênero que só contava com momentos de combates frenéticos e brutais. O game intercala momentos de confrontos furiosos com resolução de enigmas bem criativos e divertidos.



Mas o que realmente encanta em God of War é o seu enredo. Kratos foi um famoso general espartano que vendeu sua alma a Ares, o Deus da Guerra, em troca de poder acima dos mortais. Então Kratos é traído por Ares, recebendo dos demais deuses a missão quase impossível de matar o Deus da Guerra. Essa história aparentemente simples ganhou proporções gigantescas nos games seguintes, fazendo de Kratos o anti herói mais amado do mundo dos games. Com um enredo que bebe nas fontes ricas da mitologia grega e uma ação bem planejada, God of War conquistou muitos dos usuários do Plyastition 2, e também dos consoles posteriores a ele. Impossível não admirar esta grande franquia.

09. Mega Man.



O bombardeiro azul da Capcom vive uma relação de amor e ódio com os seus fãs. Amor porque o jogo é realmente incrível, e ódio dada a sua dificuldade insana, marca da série Mega Man. Iniciada ainda na década de 80, a franquia Mega Man começou como uma exclusiva da Nintendo. Só no NES foram seis games da série clássica. No Super Nintendo veio a série X, que se passava 100 anos após os acontecimentos dos games do NES. Juntando a série clássica, X, Zero, ZX, Battle Network, Legends e mais os spin off, Mega Man possui mais de trinta títulos lançados, ficando atrás apenas de Mario.


Além de ser um excelente game de ação plataforma, Mega Man também inovou no sistema de colecionar armas de inimigos vencidos. Cada chefe derrotado dava ao robozinho a habilidade principal de seu adversário, o que já ajudava muito na hora de enfrentar os demais chefões do game. Infelizmente, esta grande franquia foi deixada de lado pela Capcom, sem o menor sinal de um novo game. Mesmo assim, Mega Man tem todo o meu carinho e admiração, pois adoro um alto desafio.  

08. Sonic: The Hedgehog.



Juro pra vocês que eu não tenho nada contra a Nintendo, mas entre Mario e Sonic, eu fico com o ouriço azul. Sonic The Hedgehog veio pra bater de frente com o encanador barrigudo da Nintendo, com uma mecânica mais frenética e direta. O pequeno Sonic precisava enfrentar o Dr. Eggman e impedi-lo de utilizar os animais da floresta para roubar as poderosas Esmeraldas do Chaos. O enredo funcionava bem e o jogo foi um verdadeiro sucesso no Mega Drive.



Acho que Sonic seguiu uma evolução natural ao longo dos anos. Ta certo que os games em 3D do ouriço não se comparam aos clássicos do Mega Drive. Joguei pouco de Sonic Adventure, e é um game bem bacana. A ida da série para outros consoles expandiu bem o universo de Sonic. Os jogos para o GBA, em geral, mantiveram a essência da série. Houve sim algumas tentativas desastrosas, como Shadow The Hedgehog e seu sistema de armas. Sonic Heroes não chega a ser tão ruim, e definitivamente, eu adorei Sonic Unleshaed e o considero um excelente game da franquia. Eu ainda faço questão de acompanhar a franquia Sonic, pelo menos na medida do possível.

07. Prince of Persia.

Admito que nem sempre fui fã desse game. Na época do Super Nintendo eu cheguei a jogar uma das muitas versões do Prince of Persia clássico e não gostei muito na época... Pensando bem... continua não me atraindo atualmente. Então, admito que sou fã apenas da era Ubisoft. Como não admirar aquela obra de arte que ficou tão carinhosamente conhecida como “trilogia The Sands of Time”?



Prince of Persia foi uma criação independente do programador Jordan Mechner. O game foi lançado para computador em 1989, recebendo várias conversões em diversas plataformas. Sua jogabilidade foi um marco para época. Apesar de fazer muito sucesso entre os jogadores, o game não teve grande retorno financeiro. Depois de uma sequência e várias conversões, Prince of Persia ficou quase dez anos desaparecido. Em 2004 a Ubisoft lançou The Sands of Time, recriando a história e a jogabilidade de PoP. O sucesso foi enorme, gerando ainda duas sequências; The Warrior Within e The Two Thrones. Com gráficos exuberantes, jogabilidade bem calibrada e puzzles de rachar a cuca, a trilogia Sands of Time garantiu ótimas vendas no PS2, Xbox e PC.



Na sétima geração a Ubisoft lançou um novo rebot, o polêmico Prince of Perisa 2008, que utiliza gráficos em Cell Shading, mas sem o desafio já conhecido pelos fãs e com uma nova história. Com baixas vendas, a empresa retomou o universo criado na trilogia passada e lançou The Forgotten Sands, que foi acusado de ser apenas um caça níquel para acompanhar o lançamento do filme produzido pela Disney. Infelizmente, Prince of Persia também foi deixado de lado por sua produtora, que vem apostando fichas e mais fichas em Assassins Creed. Mas eu continuo idolatrando tudo que a Ubisoft fez pelo nosso jovem e corajoso príncipe.

06. Tekken.

Eu devo ser um cara muito do contra, porque nesse tipo de lista seria comum encontrar jogos como Street Fighter ou Mortal Kombat representando o gênero luta. Mas eu sou totalmente apaixonado por Tekken, franquia da Namco um tanto polêmica, mas de qualidade indiscutível.



Tekken foi o segundo jogo de luta 100% 3D do mercado. Foi lançado para bater de frente com Virtua Fighter, da Sega. Como todo bom game do estilo, Tekken nasceu nos fliperamas em 1994. Em 1995 teve sua versão caseira exclusiva para o Playstation. Diferente dos demais jogos de luta da época, Tekken chamou atenção pelo sistema de combate mais focado em combos. Em vez de separar os botões em chutes e socos fracos e fortes, cada botão era destinado a um membro do corpo do jogador, braço e perna direito e esquerdo, mas sem que houvesse diferença de força nos golpes. A ideia era criar lutas com mais estratégias e maior aproximação com as artes marciais reais, onde os jogadores poderiam conectar combos de maneira mais livre. 


O sistema deu muito certo, mas criou polêmica. Os mais puristas afirmam que esse enfoque de lutas por combos facilita nas “apelações”. De fato, é muito mais fácil apelar em Tekken do que em qualquer outro jogo de luta. Mas a parte boa é que tanto os jogadores habilidosos quanto os mais casuais podem se divertir. Atualmente está em desenvolvimento o sétimo jogo da série. Há alguns deslizes na franquia, como o infame Tekken 4. O endero da série, de modo geral, é péssimo e forçado, misturando grandes corporações, demônios, ursos lutadores e tudo mais. Mas se é porrada que interessa, porrada não falta em Tekken.

05. Doom.

Doom é considerado o pai dos games de tiro em primeira pessoa (Wolfstein 3D é o avô). Criado pelo mestre John Carmack e lançado pela ID Software, Doom ditou as principais regras dos FPS´s. A história é simples. Você controla um fuzileiro que precisa acabar com uma invasão de demônios nas duas luas de Marte, antes que eles cheguem a terra. Você está sozinho, apenas com uma pistola e muitos monstros pelo caminho.



Oficialmente existem apenas quatro jogos da série; Doom, Doom 2: Hell on Earth, Doom 64 e Doom 3, que é considerado um rebot da série. Entre 1994 e 2003 Doom foi convertido e lançado para as mais diversas plataformas, incluindo Super Nintendo e o Game Boy Advance. Também foram lançados os pacotes Ultimate Doom e Final Doom, que reuniram as mais bizarras fases criadas pelos fãs, mas sem ser necessariamente continuação direta de Doom 2. A franquia ganhou até mesmo um filme estrelado por The Rock... Mas é melhor não falar desse triste longa.



Muito sangue, tripas, explosões, demônios, símbolos satânicos e nazistas marcam essa grande e importante franquia. Um dos jogos mais incríveis e viscerais que já tive o prazer de jogar. Vale lembrar que Doom foi o responsável por criar e popularizar os jogos em rede e internet. Se hoje você joga modalidades como caça a bandeira e mata mata em Call of Duty, agradeça isso a Doom.

04. Final Fantasy.



RPG´s tradicionais são a minha paixão. Em meu velho Super Nintendo jogava games como Chrono Trigger, Breath of Fire, Secret f Mana e Final Fantasy III, jogo que mais tarde eu descobriria ser Final Fantasy VI. Esse foi o meu cartão de visitas para conhecer a série de RPG´s mais fenomenal do mercado. Anos depois veio Final Fantasy VII e a coisa toda desandou de vez.



Uma coisa que sempre admirei em Final Fantasy foi a singularidade de cada título da série. Em cada jogo a Square (hoje Square-enix) traz um universo novo, com personagens e enredos diferentes, sem qualquer ligação com o game anterior. Isso cria uma magia diferente e única. O jogador tem a oportunidade explorar e descobrir mundos totalmente novos a cada game. Não há outra franquia no mercado que faça isso de modo tão peculiar e atraente. Não posso deixar de falar da excelência técnica dos games. Quem não babou com aquelas CG´s belas de Final Fantasy VIII e com a trilha sonora tão marcante que cada jogo possui?


Outra característica bem bacana de FF é a de se reinventar a cada edição. A barra ATB de FFIV, o sistema de Jobs em FFV, as matérias e limit breakers de FFVII, as Junctions de FFVIII, a Sphere Grid de FFX... Enfim, você entendeu! Em cada novo episódio você aprende a lidar com o game de maneira singular. Para o bem ou para o mal, Final Fantasy cria polêmicas com essas inovações, mas nunca deixa de vender horrores, mostrando porque é uma marca consagrada. Trata-se de uma franquia memorável e digna de palmas.

03. Metal Gear Solid.

A medalha de bronze eu deixo com Metal Gear Solid, franquia que eu simplesmente babo e sou viciado. Mas assim como Prince of Persia, o meu interesse nela veio somente na era 3D, com o lançamento do PS1. Engraçado é que quando eu ganhei esse jogo de presente eu achei que seria chato e sem graça. Mas nossa... Que outro game de PS1 descobriu que eu gostava de Castlevania? E que outro jogo entregou uma luta tão f#@% contra um ninja ciborg? Nunca antes tinha visto um game tão cinematográfico e belo como Metal Gear Solid.



A diversão desse game está em agir sem chamar atenção, graças à inventiva mecânica do Stealth. O agente secreto Solid Snake deve invadir bases militares de alta segurança sem atrair atenção. Há os momentos de combate e tiroteio, claro, e talvez por isso que Metal Gear faça essas partes pareceram tão extraordinárias, justamente por não serem frequentes. Some isso a lutas espetaculares contra chefes e você terá a franquia de ação e espionagem mais apaixonante que poderia querer.



Atualmente os fãs esperam ansiosos por Metal Gear Solid V – The Phantom Pain, primeiro game da franquia nesta nova geração de consoles. Mas o futuro de Snake e Cia é incerto, já que Kojima deixará a Konami após o lançamento de The Phantom Pain. A Konami afirma que a série vai continuar. Mas será que Metal Gear Solid manterá a qualidade sem o seu criador? 

02. Silent Hill.

Em segundo lugar não poderia deixar de pertencer ao grande Silent Hill, o game que elevou o terror nos jogos a um nível maior. Silent Hill é o inventor do terror psicológico e principal concorrente de Resident Evil. O game foi lançado em 1999 para o Playstation, arrebatando um grande número de fãs no mundo inteiro.



O primeiro game da série conta a história de Harry Mason, que se perde de sua filha enquanto viajavam de férias para a cidade de Silent Hill. Harry acorda já na cidade e descobre que o lugar é completamente abandonado e coberto por uma densa névoa branca. Harry parte em busca de sua filha, Cheryl, e descobre que a cidade é habitada por criaturas muito estranhas, dando inicio a uma série de eventos bizarros. Logo Harry vai descobrir que não foi por acaso que ele e sua filha foram parar em Silent Hill.

Diferente de Resident Evil, Silent Hill aposta em um tipo de terror mais sutil. Nada de corpos mutilados, cachorros quebrando janelas ou zumbis querendo comer seu cérebro. Em Silent Hill o jogador é colocado em um ambiente hostil e escuro. Tudo é muito mais psicológico, pois você terá medo de algo que, na grande maioria das vezes, não estará lá. É como se fossemos constantemente observados no escuro total. O clima é bem desesperador e aterrorizante. Acho que este foi o jogo que mais me fez ter pesadelos na infância.



A franquia viveu tempos áureos até 2003, com Silent Hill 3. Em 2004 veio o game que seria o primeiro grande divisor de águas. Silent Hill 4 – The Room gerou muita polêmica ao abandonar várias tradições da série. A ausência da cidade, game mais focado na ação e poucos puzzles. Mas a maior reclamação foi o tão odiado quarto que da nome ao game. Para progredir no jogo somos forçados a ir e vir várias vezes no quarto do protagonista, deixando o ritmo a jogatina muito monótona. Atualmente a franquia é apenas publicada pela Konami, mas o desenvolvimento fica a cargo da Climax Studios. Mesmo que não viva sua fase mais gloriosa, Silent Hill se destaca quando o assunto é terror psicológico.

01. Castlevania

Em primeiro lugar (as três posições com games da Konami?) está Castlevania. Quem acompanha o blog devia imaginar que esta seria a medalha de ouro. Já fiz reviews de uns cinco ou seis jogos dessa série aqui na Save Point. Castlevania é uma série maravilhosa. Encarnamos o clã Belmont em seu combate eterno contra o Conde Drácula, que ressuscita uma vez a cada 100 anos. Empunhando apenas um chicote, o caçador da família deve encarar o castelo de Drácula e destruí-lo uma vez mais. O primeiro game oficial da série foi lançado para o computador MSX. O lançamento mundial foi com Castlevania, do NES.



Por muitos anos a série manteve suas tradições. Em cada game o jogador controla um membro do clã Belmont diferente e em um ano diferente, com raras sequências de um jogo para o outro. Mas em geral, cada Castlevania acontece quase que independente do outro e sem seguir ordem cronológica. O jogador deve encarar o castelo de Drácula, sempre enfrentando outros monstros conhecidos da literatura inglesa e mitologia grega, como Frankstein, Medusa, múmias e até mesmo a figura da própria Morte.



Castlevania também é conhecido por nunca ter tido um jogo memorável na era 3D. O primeiro episódio foi Castlevania 64, que é considerado por muitos o pior game da série, e até um dos piores do 64. Em 2003 veio a nova tentativa com Castlevania Lament of Innocence, exclusivo de Playstation 2. O jogo foi bom, mas ainda pecava com alguns erros, como mecânica muito repetitiva. A melhor tentativa aconteceu em 2010, com Castlevania Lords of Shadown, do PS3 e X360. Mas o game também criou polêmicas, pois apesar de boas ideias e mecânicas, o enredo deixou de lado praticamente tudo aquilo que os fãs conheciam sobre a mitologia envolta da série. Particularmente, Castlevania é a minha franquia favorita, tendo acompanhado ela de perto desde 2003 até aqui, e sempre ansioso por seus novos lançamentos.

Menções honrosas.

Super Mario.

Eu devo ser realmente do contra em tudo, pois Super Mario não está nem entre as minhas dez séries favoritas. Mas a verdade é que procurei colocar apenas aquelas séries de games que eu ainda acompanho. O ultimo lançamento de Mario que me lembro de ter jogador foi Paper Mario, de Nintendo 64... Ou seja, faz muito tempo!



Parei de acompanhar a franquia após o fim da era N64, não por não ter gostado dos games posteriores, mas por pura falta de interesse nos consoles da Nintendo. Gosto do passado de Super Mario, e até achei Mario Galaxy um jogo interessante, embora nunca tenha de fato jogado. Mas para mim, Super Mario é apenas uma franquia que faz parte de uma era saudosa para mim. Um dia talvez eu dê um jeito de jogar os títulos do Game Cube, Wii e WiiU, mas não que eu faça grande questão disso.

Mortal Kombat.

Joguei muito Mortal Kombat na era do Super Nintendo. Do primeiro game até o Ultimate 3 essa série era realmente incrível. Mas aconteceu comigo o que aconteceu com a grande maioria dos fãs da época. Acho que do Mortal Kombat 4 em diante a Midway inseriu uma série de personagens genéricos e destruiu uma história que começou muito boa, com vilões cada vez mais forçados e alianças e traições confusas.



Curiosamente, um dos games da série que mais gostei nos últimos anos foi Shaolin Monks. Ta certo que a história é meio ruim e os gráficos deixam a desejar, mas eu gostei do modo como a Midway utilizou todo o universo de Mortal Kombat para fazer um excelente game de Hack in Slash, provavelmente o mais original de sua época, e até melhor que os jogos de luta que já haviam sido lançados. No geral, gostei dos dois últimos lançamentos de MK, mas... Também é uma série que pra mim só fica no saudosismo.

Batman (série Arkham).

Antes do lançamento de Batman: Arkham Asylum, qualquer esperança de ver um super herói estrelar um jogo decente havia desaparecido. Mas a Rocksteady não economizou tempo e dedicação com este que seria o primeiro jogo realmente empolgante e interessante do homem morcego. Arkham Asylum não apenas utiliza o universo do cavaleiro das trevas de forma fiel, como também criou uma jogabilidade intensa e original. Batman pode utilizar as sombras para enfrentar os capangas do Coringa que dominaram a prisão Arkham. Enquanto caça o palhaço em uma trama doente, o morcegão ainda encontra tempo para enfrentar outros vilões a solta no asilo, encontrar pistas do Charada e muito mais.



Akham Asylum ganhou mais duas sequências: Arkham City e Arkham Origins, sendo a primeira franquia de jogos baseada em um herói dos quadrinhos a fazer um sucesso tão grande no mercado dos games. Eu sendo grande fã de Batman, de cara me surpreendi com o jogo. Ao contrário de muitos títulos baseados em heróis de quadrinhos, Arkham Asylum continua na lembrança dos jogadores, dado ao cuidado dado ao jogo e o respeito com que a obra da DC Comics foi tratada.

Pokemon.

Acredito que aqui no Brasil eu não fui o único a me interessar por Pokemon na febre do anime. Até antes do anime chegar ao Brasil, poucos jogadores sequer sabiam da existência de Pokemon, e com o sucesso da série animada, lógico que os games para game boy (que já existiam bem antes) ganhariam notoriedade. Sendo assim, Pokemon se tornou uma serie de RPG bem lucrativa para a Nintendo, e eu acompanhei até as edições Ruby, Saphire e Esmerald.



Não sou do tipo que afirma que a série virou um caça níquel, longe disso. Apenas acho que perdeu mesmo a essência. Apesar de boas inovações aqui e ali, as atuais edições não saem daquilo que já conhecemos; capture os Pokémon, colecione insígnias e seja o mestre do seu continente. Depois de alguns anos a formula cansou. Pra completar, a cada edição os monstrinhos ficam mais parecidos com Digimon. Sim, perderam aquela semelhança legal que tinha com animais de verdade.    

E você? Qual suas franquias favoritas? Conte pra gente aqui nos comentários. Siga também nossa página no Facebook clicando aqui e em breve haverá novidades no blog. Aguarde!



Escrito por: Lipe Vasconcelos.






Um comentário:

  1. amo final fantasy, Mario, sonic entre outros. Mas agora eu estou gamada em MMORPG.
    Jogava o sonic desde os meu 4 anos e já dominava o jogo. Mario tambem. Até me apaixonar por final fantasy, na epoca eu o jogava no super nintendo, e ainda amo eles ate hoje. havest moon, Secret of Mana Mortal combate e chrono tiggre tambem

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